pois, nao tenho realmente nada de importante/especial/relevante para escrever, hoje. mas pronto, como estou em viseu a dessecar d tédio, e como acho que me assiste o direito inegável de vir praqui aparvalhar como se o amanha não existisse, pronto. para quem nao quer ler bacoradas ou lamechices, ainda estão a tempo de passar a frente, ou fechar a pagina naquele "xis" vermelho no canto superior direito da janela do vosso browser.
têm a certeza?
querem mesmo ler este post?
pronto.
eu avisei.
este fim de semana, era suposto eu estar com a nia e a jo a curtir imenssissimo nas tasquinhas de rio maior, mas motivos superiores impediram-me e la vim eu, recambiada pra terrinha. nao que a terrinha seja o quinto dos infernos, mas torna-se um bocado horrivel quando nao esta ca niguem aparte de uma amiga e quando se ouvem historias do arco da velha sobre gente que deixou de nos interessar ha trezentos mil anos e uns dias.
quando ouço essas historias da carochinha , do "namora-encorna-desnamora-encorna-come-cospe-etc" nao consigo deixar de me sentir um bocadinho...vá, nauseada. a mesquinhez, as trapalhadas, o diz q disse, a má lingua e a maledicência sempre foram atributos bem conhecidos da malta viseense, mas ultimamente, as coisas andam a raiar os limites da estupidez cronica - penso eu. e depois, chego a casa e começo a pensar "será que quem é a hipócrita aqui no meio sou eu?".
será? o que é que nos acontece quando mudamos totalmente de perspectiva? que mecanismos de rodas dentadas é que se mexem cá dentro? temos todos tendência a sentir este tipo de desprezo complacente pelos que ficaram para trás (e nao falando so em sentido cronologico nem geográfico)? será que somos nos que comemos merda, que nos tornamos os importantes e que achamos que "ah e tal, agora que nao pertencemos totalmente a parte nenhuma, somos o maximo"?
a sério que isto me intriga. e quando sinto a tal náusea, nao consigo evitar que ela se estenda a mim propria, aos meus julgamentos, raciocinios, ideias e preconceitos.
parvoice?
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4 comments:
como eu t entendo.. acho q acima d tudo da jeito manter a mente aberta =P todos somos o maximo numas coisas, e péssimos noutras.. é preciso reconhecer o maximo dos outros e pronto, ter paciencia po péssimo deles =P n desesperes* muah
Se calhar não é por terem ficado para trás mas por teres crescido.
gosto de si, amigo eduardo:D
Também gosto de si, amiga Inês :)
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